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UDEMO | 25/03/19 09:05 | Atualizado em 29/03/19 10:29


Reforma da Previdência - 8

(Resumo de matéria publicada na Folha de São Paulo, dia 22/03/19)

Falta de clima político para votar reforma da Previdência se acentua

A falta de clima político para a votação da reforma da Previdência na Câmara fica cada dia mais acentuada. Após a chegada da proposta que muda a regra de aposentadoria dos militares, que deveria destravar o andamento do processo, a crise de articulação apenas se agravou. O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, diz não se considerar da base de apoio ao governo.

Nos bastidores do Congresso, a insurreição contra o governo atingiu, nesta semana, nível que surpreendeu até políticos com anos de experiência.
A PEC da reforma da Previdência continua travada até que o ministro Paulo Guedes (Economia) vá à Câmara para explicar as medidas e as razões do tratamento diferenciado para as Forças Armadas.

O relator da PEC na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) deveria ser anunciado nesta quinta, mas a reunião foi cancelada em cima da hora por pedido de todos os líderes --incluindo o do PSL. Os membros cobram interlocução direta com o presidente ou seus ministros para destravar o andamento da proposta.

O projeto de lei de reforma dos militares, segundo diversos deputados, é brando.
O senador Major Olímpio (PSL-SP), líder do partido no Senado, afirma que as concessões feitas pelo governo no projeto dos militares pode estimular a demanda de outras carreiras do serviço público e conturbar a votação da reforma da Previdência. O senador é um dos aliados do presidente que vêm alertando para o discurso de confrontação com o funcionalismo público adotado pelo governo na campanha pela reforma. Se Bolsonaro for para a satanização do serviço público, disse Olímpio, "vai andar na prancha".


Comentário da Udemo:
Vamos continuar nossa mobilização!


 

 

 

 
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